Carlos Jorge Arruda Lima, Administrador
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Carlos Jorge Arruda Lima

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Comentário · há 19 dias
Eu sempre fui a favor do BANIMENTO das armas de fogo. Para mim, um mundo sem armas seria um lugar maravilhoso para se viver. Contudo, em face disto ser uma utopia (em razão da natureza humana, da falência dos Estados em reduzir a criminalidade, do interesse econômico, etc.) vi-me rendido (desculpe o trocadilho) a apoiar o direito que as pessoas têm de se defender. Hoje, eu sou a favor da liberdade do cidadão possuir e portar armas de fogo, mas creio que considerar somente a ótica patrimonialista nesta questão é por demais superficial. Sob essa ótica, por exemplo, eu poderia possuir e acumular Plutônio em casa. Seria meu, comprei com meu dinheiro e se eu pudesse armazená-lo em segurança, então ninguém teria algo a ver com isso. Mas não é bem assim. Há que ser considerado, dentre outras questões, o Poder Lesivo que determinados artigos possam causar às outras pessoas e ao meio ambiente. Há que se considerar os aspectos de segurança e de aplicação de certos bens, obviamente, em detrimento da restrição parcial ou total de tê-los e portá-los. Essa restrição da liberdade, em tese, deveria representar o interesse coletivo da própria Sociedade. Nela vivemos e desta forma são criadas as leis para que possamos conviver em harmonia. As leis servem para garantir o equilíbrio entre o direito de TODOS e desta forma, a elas devemos obediência, sob a pena de estarmos agindo, neste caso, como aqueles que pelas armas queremos combater. Sim, haverá um período de tragédias em razão da maior disponibilidade das armas. Haverá acerto de contas entre vizinhos, brigas de bar, tiroteios no trânsito, suicídios, acidentes, dentre tantas outras situações facilitadas pela disponibilidade de armas. Mas essas situações já não acontecem hoje? Todavia, se o desejo do povo é ter armas (57 milhões de pessoas, em princípio, concordam com isso) dê-lhe as amas. Mas que esta escolha seja consciente de que haverá reflexos - positivos e negativos. No final, haverá sempre um equilíbrio. Enfim, vos digo que o assunto é complexo e multifacetado e que deve sempre ser tratado segundo o equilíbrio entre todos que são afetados por ele: as próprias pessoas.

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